Instituto Mexicano de Relaciones Grupales y Organizacionales
Mexican Institute of Group and Organizational Relations

A PARTICIPAÇÃO DO CLIENTE

Judy Robb
Consultora de Desempenho, Facilitação e Treinamento
San Francisco 

(Traduzido por Mauro Nogueira de Oliveira)

Em uma mensagem datada de 23/03/98 Denise O'Berry (doberry@teamtrac.com) respondeu: "A aventura da aprendizagem não é para todos". 

"Eu acredito que nós, como facilitadores, podemos criar um ambiente aberto dentro da situação do questionamento e reconhecimento de assuntos para ajudar as pessoas a descobrir isso e que chance elas têm. Eu também acredito que a atividade está perdida se não houver empenho dos participantes na discussão que relaciona a atividade com o local de trabalho."

Eu concordo com Denise e gostaria de usar seus comentários para discutir contrato e questionamento com os membros da lista. Como uma leitora de longo tempo do GRP-FACL, eu tenho visto em muitas ocasiões como nós (facilitadores) vimos em nós mesmos os vários predicados descritos e discutidos na lista. Como uma consultora independente eu gostaria de ocupar o grupo discutindo e compartilhando idéias sobre: 

A. Questionar e aplicar atividades do seminário. 

B. Contratar com seu cliente. 

Os seguintes são alguns de meus pensamentos e perguntas sobre isso. 

A. Você, como um facilitador, vincula os exercícios e atividades do seminário com o local de trabalho?  Nesse caso, como?  Se não, por que? 

Por exemplo... 

APRENDIZAGEM - você faz com que os participantes identifiquem o que eles aprenderam, como parte da atividade? 

APLICAÇÃO - você faz com que os participantes: 

* Identifiquem, discutam e vinculem a aprendizagem do seminário ao local de trabalho?  (num sentido conceitual) 

* Identifiquem o que é preciso, ao retornar para o trabalho, para incorporar as aprendizagens do seminário?  (aplicação do grupo) 

* Identifiquem quem fará o que e quando para assegurar a incorporação das aprendizagens do seminário em atividades no local de trabalho? (e uma avaliação da aplicação individual) 

B. Para mim, facilitar aprendizagem e aplicar aprendizagem começa na fase de contrato, através do levantamento de expectativas do cliente. Eu uso o seguinte processo de perguntas para emoldurar minhas discussões iniciais com meu cliente. 

1) RESULTADOS: Se o tempo longe do local de trabalho tiver êxito, o que você (o cliente) espera alcançar?  (Nota: Esta pergunta assume que um diagnóstico já foi completado.) 

2) PARTICIPANTES: Quem participará, por exemplo, quem precisa participar para garantir os resultados e eles estão disponíveis? 

3) COMUNICAÇÃO/AGENDA: Para alcançar os resultados esperados, o que os participantes precisam ouvir e/ou fazer: 

* anterior ao workshop/curso, por exemplo, estabelecer/comunicar o que é esperado dos participantes 

* durante o workshop/curso, por exemplo, a aprendizagem estará ligada à aplicação? 

* depois do workshop/curso, por exemplo, como os participantes aplicarão o aprendizado? 

4) PROCESSO: Baseado nos itens anteriores, você colabora com seu cliente na definição do que, quando, quem e como será feito? 

Para mim, as perguntas enfocam as necessidades subjacentes para: 

* confirmar as expectativas do cliente. 

* identificar o ambiente no qual você estará facilitando. 

* identificar os vários papéis necessários para assegurar resultados prósperos (cliente, facilitador e participantes) 

* identificar como o seu cliente medirá seu sucesso como facilitador. 

* contratar, como facilitador, por exemplo, o que você pode e fará para assistir o cliente a alcançar resultados esperados no ambiente do cliente. 

Eu acredito que se você não ocupa o cliente nas discussões como resumido nos quatro passos; e quando não são vinculadas as atividades do seminário ao local de trabalho o seminário pode ser julgado como fracassado e os participantes podem retornar com várias percepções.

EXIT  / SALIDA

ii 2016
x 2013

vi 1999